O morto mais vivo do que nunca!

O morto mais vivo do que nunca!
Crônica gravada em vídeo pelo jornalista Sérgio Cursino viralizou, não apenas por causa do conteúdo, mas principalmente porque ele foi confundido com o dono da pousada varrida do mapa na tragédia de Brumadinho MG.
O conteúdo foi equivocadamente interpretado como uma despedida do homem que perdeu a vida soterrado pela lama. Hoje Cursino publicou outro vídeo esclarecendo a confusão e, obviamente, provando que está vivo e com saúde!
Realmente a semelhança entre os dois é enorme. Mas apesar do jornalista parecer um sósia, nada justifica o erro. Esse é o câncer das redes sociais. As pessoas desprezam a mídia tradicional e dão crédito a informações divulgadas sem fontes na internet.
A imprensa também errou ao usar imagens de celular mostrando outros colapsos de barragens para citar Brumadinho. É preciso que nós, jornalistas, paremos de competir entre nós mesmos na ânsia de dar a notícia primeiro e voltemos a praticar o jornalismo puro, com informações muito bem checadas e apuradas.
Esse é o caminho para reconquistar a credibilidade abalada pela instantaneidade das redes sociais e acabar, ou no mínimo diminuir, esse tsunami de fake news.



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